
Título: Menschenrechte. 100 Seiten
Autor: Martin Klingst
Sinopse: Zusammenfassung: Jeder Mensch hat das Recht, sein Leben selbst zu bestimmen. Er hat ein Recht auf Meinungs- und Religionsfreiheit, auf ein faires Verfahren und Schutz vor Folter und Verfolgung, aber auch auf Bildung und einen angemessenen Lebensstandard. Und zwar unabhängig davon, wo er lebt, welcher Religion er angehört, ob er männlich oder weiblich, arm oder reich ist - einfach, weil er ein Mensch ist. Selbstverständlich ist das alles nicht. In Diktaturen und autoritären Regimen werden die Menschenrechte mit Füßen getreten, auch in den Ländern des Westens werden sie immer wieder beschnitten und missachtet. Man denke nur an die Rechtsverletzungen der USA im Gefangenenlager Guantánamo oder an die Behandlung von Flüchtlingen an der ungarischen Grenze. Martin Klingst, politischer Journalist bei der ZEIT, zeigt, wie es um die grundlegenden Rechte von Menschen weltweit steht. Er berichtet über Rückschläge ebenso wie über Erfolge und macht eines deutlich: Die Menschenrechte müssen stets aufs Neue errungen und verteidigt werden.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Menschenrechte. 100 Seiten”, de Martin Klingst, publicado pela editora Reclam Philipp Jun., em 2016 e com 100 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Reclam Philipp Jun.
Páginas: 100
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 3150204224
ISBN13: 9783150204221
Sobre a editora
Os livros da editora Reclam Philipp Jun. convidam a uma leitura que transita entre o rigor histórico e o exame crítico de temas humanos e culturais. A experiência de leitura frequentemente traz textos densos, com foco em direitos humanos, filosofia e análise literária, onde o tom é reflexivo e o ritmo, por vezes, mais pausado. As obras costumam abordar conflitos ideológicos e sociais, com atenção a contextos autoritários e debates estéticos, sugerindo um público interessado em pensamento aprofundado e discussões complexas. O catálogo revela um equilíbrio entre narrativas mais interpretativas e textos que mantêm fidelidade ao material original, sem modernizações ou simplificações.
