
Título: Metamorfose?
Autor: Gail Carriger
Sinopse: Alexia Tarabotti enfrenta uma série de atribulações sociais, quiproquós e saias justas (embora compridíssimas) em plena sociedade vitoriana. Alexia Maccon, a esposa do Conde de Woolsey, é arrancada do sono cedo demais, no meio da tarde, porque o marido, que deveria estar dormindo como qualquer lobisomem normal, está aos berros. Dali a pouco, ele desaparece – deixando a cargo dela um regimento de soldados sobrenaturais acampados no jardim, vários fantasmas exorcizados e uma Rainha Vitória indignada. Mas Lady Maccon conta com sua fiel sombrinha, seus artigos da última moda e seu arsenal de respostas mordazes. Mesmo quando suas investigações a levam à Escócia, o cafundó do Judas onde abundam abomináveis coletes, ela está preparada e acaba provocando uma verdadeira reviravolta na dinâmica da alcateia, como só uma preternatural é capaz de fazer. Talvez até encontre tempo para procurar seu imprevisível marido. Mas apenas se... lhe der vontade.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Metamorfose?”, de Gail Carriger, publicado pela editora Valentina e em 2014, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Valentina
Páginas: 0
Ano: 2014
Edição: Literatura Estrangeira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8565859169
ISBN13: 9788565859165
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Valentina apresentam uma diversidade marcante entre narrativas intensas de relacionamentos e obras informativas que exploram temas como mitologia, história e autoconhecimento. O catálogo traz histórias que transitam entre o romance contemporâneo, com personagens complexos enfrentando dilemas emocionais profundos, e títulos didáticos que explicam assuntos como astrologia e a internet de forma clara e acessível. A leitura costuma envolver um tom tanto emocional quanto reflexivo, com ritmo que varia do envolvimento íntimo em dramas pessoais até a objetividade de textos explicativos. Essa variedade sugere um público que aprecia tanto a imersão em conflitos afetivos quanto o aprendizado prático e contextualizado.
