
Título: Metaphors We Live By
Autor: George Lakoff, Mark Johnson
Sinopse: The now-classic Metaphors We Live By changed our understanding of metaphor and its role in language and the mind. Metaphor, the authors explain, is a fundamental mechanism of mind, one that allows us to use what we know about our physical and social experience to provide understanding of countless other subjects. Because such metaphors structure our most basic understandings of our experience, they are "metaphors we live by"—metaphors that can shape our perceptions and actions without our ever noticing them.
In this updated edition of Lakoff and Johnson's influential book, the authors supply an afterword surveying how their theory of metaphor has developed within the cognitive sciences to become central to the contemporary understanding of how we think and how we express our thoughts in language.
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Metaphors We Live By”, de George Lakoff, Mark Johnson, publicado pela editora University of Chicago Press, em 2003 e com 242 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: University of Chicago Press
Páginas: 242
Ano: 2003-04-15
Edição: 1st
Linguagem: en
ISBN: 0226468011
ISBN13: 9780226468013
Sobre a editora
Os livros da editora University of Chicago Press oferecem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual e narrativa acessível, transitando entre temas como história da ciência, filosofia, literatura clássica e ciências sociais. As obras frequentemente exploram processos históricos complexos, como a evolução da linguagem científica ou debates filosóficos, com um tom que varia do didático ao ensaístico, mantendo clareza e profundidade. O catálogo revela também interesse por estudos culturais e sociais detalhados, como etnografias contemporâneas e análises de identidades de gênero, além de textos que dialogam com tradições filosóficas e literárias antigas. Em algumas obras, o ritmo é marcado por uma narrativa envolvente, enquanto outras adotam um estilo mais reflexivo e analítico, sugerindo uma diversidade que vai do relato histórico à investigação crítica.
