
Título: Meu diário de Lya.
Autor: Elvia Bezerra
Sinopse: A premiada autora do ensaio Trinca do Curvelo: Manuel Bandeira, Ribeiro Couto e Nise da Silveira (Topbooks, 1995) conta aqui a vida extraordinária de Lya Cavalcanti, jornalista, tradutora, cronista da BBC de Londres durante a Segunda Guerra. Na apres entação do livro, o jornalista Humberto Werneck revela que Elvia, amiga de Lya a partir de 1988, alimentou com ela um ritual de jantares semanais e passou a escrever o que ouvia nesses encontros. Mas não se limitou a tecer, com delicadeza, bom humor e fartura de detalhes, um sólido relato biográfico: teve a idéia feliz e original de entremeá-lo com trechos de seu próprio diário, passagens que de modo natural se casam à história de Lya, contribuindo para iluminá-la e torná-la ainda mais interessa nte. A autora também lança mão de crônicas de Drummond dedicadas a Lya e da farta correspondência trocada entre eles para traçar o perfil desta mulher fascinante.
Contexto da obra
Na área de Antiguidades e Colecionáveis, livros como este costumam interessar pelo valor de consulta e repertório. “Meu diário de Lya.”, de Elvia Bezerra, publicado pela editora TOPBOOKS, em 2003 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Antiguidades e Colecionáveis. Na prática, isso ajuda a situar o livro entre consulta, memória material e repertório especializado.
Editora: TOPBOOKS
Páginas: 264
Ano: 2003
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857475028X
ISBN13: 9788574750286
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,285
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 10,00
Sobre a editora
Os livros da editora TOPBOOKS convidam a uma leitura que transita entre o ensaio crítico, a poesia e a narrativa histórica, com frequente atenção às tensões entre passado e presente. O catálogo revela obras que exploram desde dilemas existenciais e conflitos afetivos até análises políticas e econômicas, sempre com um tom que varia entre o reflexivo e o denso, sem perder a clareza. Há uma presença marcante de textos que mesclam rigor acadêmico com linguagem acessível, além de narrativas que investigam a condição humana por meio de personagens complexos e situações-limite. Essa diversidade sugere uma curadoria que privilegia o diálogo entre literatura, filosofia e ciências sociais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto envolvente.
