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Meu Diário de Nova York

Título: Meu Diário de Nova York

Autor: Julie Doucet

Sinopse: Da ganhadora do Grand Prix de Angoulême 2022! “Não é exagero dizer que os quadrinhos de Julie Doucet mudaram a história dos quadrinhos.” – The Paris Review. O hino feminista “Hot Topic”, da banda Le Tigre, cita Julie Doucet junto com Angela Davis, Gertrude Stein, Nina Simone, Aretha Franklin, Joan Jett... Um artigo na France Culture declara que “se no mundo dos quadrinhos Julie Doucet é uma autora cultuada, na ala mais bem informada das ciências sociais, ela é considerada uma das principais figuras do feminismo contemporâneo”. Saudada logo no início de carreira por grandes mestres do quadrinho norte-americano como Robert Crumb, Aline Kominsky-Crumb e Art Spiegelman, Doucet foi ela própria a mestra pioneira que inspirou uma nova geração de quadrinistas, de Marjane Satrapi à Fabiane Langona, para quem a canadense é “ídola de sempre”: “minha vida mudou quando eu a li”. Meu Diário de Nova York é um retrato hilariante, emocionante e de uma franqueza desconcertante a respeito das ambições, angústias, sonhos e tropeços de uma jovem mulher iniciando sua vida sexual e profissional.

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Meu Diário de Nova York”, de Julie Doucet, publicado pela editora Veneta, em 2022 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Veneta

Páginas: 104

Ano: 2022

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8595711593

ISBN13: 9788595711594

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,300
  • Altura (cm): 24,00
  • Largura (cm): 17,00
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre a editora

Os livros da editora Veneta convidam o leitor a mergulhar em narrativas que combinam densidade histórica, crítica social e uma forte presença dos quadrinhos como linguagem. Entre obras que exploram desde a biografia de figuras complexas até relatos autobiográficos e ficções que transitam entre o real e o surreal, o catálogo revela um interesse constante por temas como o ativismo político, a memória cultural e as tensões sociais contemporâneas. A diversidade editorial é notável, com títulos que vão do mangá autobiográfico ao quadrinho histórico, passando por histórias em quadrinhos eróticas e relatos sobre movimentos sociais. O tom das obras varia entre o poético e o crítico, muitas vezes com ritmo cadenciado e foco na experiência subjetiva, mas também com momentos de suspense e humor ácido.

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