
Título: Meu irmão caçula
Autor: JeanLouis Tripp
Sinopse: "É um eufemismo dizer que a emoção nos domina a cada uma das páginas deste relato comovente." BDZoomEm 5 de agosto de 1976, JeanLouis Tripp, então com 18 anos, curtia um período de férias familiares marcado por calor intenso e diversão despreocupada. No entanto, um evento súbito e devastador lança uma sombra sobre essa atmosfera alegre: seu irmão mais novo, Gilles, é vítima de um trágico atropelamento. Levado ao hospital, Gilles sucumbe aos ferimentos horas após o acidente. Esse evento dilacera a vida de JeanLouis, imergindo-o em uma angustiante espiral de culpa, e marca o início de sua dolorosa jornada de luto.Agora, após mais de quatro décadas desde essa dolorosa perda, o autor opta por revisitar os acontecimentos que moldaram aquele fatídico período. Com uma mistura de carinho e sensibilidade, JeanLouis mergulha de cabeça em suas próprias lembranças e nas lembranças daqueles que estiveram próximos a ele naquele momento crucial. Seu objetivo é capturar a essência da realidade presente e, ao mesmo tempo, resgatar as lembranças do trágico acidente que ocorreu há tanto tempo. Com dedicação, ele se empenha em retratar a devastadora perda de seu irmão caçula, que na época contava com apenas 11 anos de idade, e que permanece uma parte indelével na história da família até os dias atuais."A história de uma família e de um luto pessoal, Meu irmão caçula é um daqueles duros quadrinhos que não deixa ninguém incólume."BDGest"Aos 64 anos, JeanLouis Tripp relata uma tragédia familiar que o persegue desde a maioridade, num relato sincero e de uma honestidade de tirar o fôlego."9emeArt"JeanLouis Tripp dá vida a esse momento suspenso no tempo, o verão quente e seco de 1976, mas não aos olhos dessa família. Um GRANDE livro, um álbum obrigatório, uma leitura imprescindível."Sceneario"Para além de algumas passagens terrivelmente dolorosas, o autor impressiona pelo equilíbrio que mantém entre o testemunho pessoal comovente e a análise distanciada das consequências para si próprio e para os que lhe são próximos."BoDoi"JeanLouis Tripp é mais conhecido no Quebec pela série Magasin général, que co-escreveu com Régis Loisel. Com Meu irmão caçula, continua o ''''quebra-cabeça autobiográfico'''' que iniciou em 2017 com Extases. Aqui, revela outra parte da sua vida pessoal: a morte e o luto do seu irmão Gilles, falecido aos 11 anos, quando Tripp tinha 18." La Presse"Com Meu irmão caçula, JeanLouis Tripp prossegue sua viagem autobiográfica iniciada com Extases. Ele nos conta a gênese deste álbum pungente, produzido inteiramente em iPad, que evoca a morte súbita de Gilles há mais de 40 anos." Télérama"Em mais de 300 páginas, JeanLouis Tripp conta como ele e sua família viveram e continuam a viver e a reviver o acontecimento de 5 de agosto de 1976, quando, no calor abrasador da Bretanha, um condutor em fuga tirou a vida de seu irmão Gilles, de 11 anos. Um relato sufocante, preciso e comovente." RFI (Radio France Internationale)
Contexto da obra
Na área de Família e Relacionamento, livros como este costumam ser lidos com um interesse mais direto e vivido. “Meu irmão caçula”, de JeanLouis Tripp, publicado pela editora Nemo, em 2023 e com 344 páginas, integra a categoria Livros de Família e Relacionamento. Esse contexto costuma ser útil para situar o livro entre reflexão, orientação e vida cotidiana.
Editora: Nemo
Páginas: 344
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8582865880
ISBN13: 9788582865880
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,780
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 20,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Nemo oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade dos quadrinhos, que transitam entre narrativas de aventura, histórias reais e ficção científica. O catálogo apresenta obras que exploram desde o cotidiano íntimo e familiar até grandes temas sociais e políticos, com personagens que enfrentam conflitos pessoais e coletivos em cenários que vão do urbano ao exótico, como a África ou o Oriente Médio. A linguagem varia entre o humor sutil e o tom mais dramático, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto ágil, dependendo da obra. Há também espaço para a experimentação gráfica e para o diálogo entre o texto e a imagem, o que torna a leitura envolvente para públicos diversos.
