
Título: MEU JEITO DE CONTAR
Autor: Mário Ulbrich
Sinopse: A exemplo de todo o conto, os que compõem este livro são textos ficcionais, mas verossímeis; transmitem a sensação de que são possíveis de acontecer, em algum tempo ou lugar, mesmo que só no imaginário do leitor. Não são formados por meras mentiras, embora estas sejam patrimônio do contista. Mas caso ocorram, não acarretam responsabilidade ao escritor. Ideias não escrevem contos; eles são criados pela força das palavras e estas cabem ao narrador. Conforme Santo Agostinho, não há mentira apesar daquelas que se diz sem intenção, desejo ou vontade de enganar. Resumidamente, como regra os contos são formados por conflitos e falsidades perdoadas. Como regra, de acordo com as práticas minimalistas, os contos que compõem o livro são breves, não no sentido de curtos, mas de concisos e refletem o Meu Jeito de Contar: – Às vezes leveza e suavidade; em outras mistério e ação. Nada mais do que incertezas e desassossegos. De traço em traço, de ponto em ponto, com a linha das palavras, foi cerzido conto a conto.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “MEU JEITO DE CONTAR”, de Mário Ulbrich, publicado pela editora Appris Editora, em 2023 e com 142 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Appris Editora
Páginas: 142
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6525042933
ISBN13: 9786525042930
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,80
- Espessura (cm): 100,00
Sobre a editora
Os livros da editora Appris Editora apresentam um olhar atento a temas contemporâneos e questões sociais, educacionais e culturais, com textos que transitam entre análises teóricas e relatos práticos. A experiência de leitura frequentemente envolve reflexões críticas sobre educação, saúde, direitos humanos e práticas profissionais, com uma linguagem que varia entre o acessível e o acadêmico, sempre com densidade conceitual. O catálogo indica uma preocupação com a formação de sujeitos em contextos diversos, desde a infância até a vida adulta, e com temas que dialogam com políticas públicas, inovação e práticas interdisciplinares. Há obras que exploram desde o ensino formal e suas metodologias até debates sobre sexualidade, envelhecimento, cultura e memória, revelando um perfil editorial que privilegia o aprofundamento e a problematização social.
