
Título: Meu Nome É Vermelho
Autor: Orhan Pamuk
Sinopse: Narrativa policial, um amor proibido e reflexões sobre as culturas do Oriente se reúnem neste livro. Estamos em Istambul, no fim do século XVI. Para comemorar o primeiro milênio da fuga de Maomé para Meca, o sultão encomenda um livro de exaltação à riqueza do Império Otomano. Na tentativa de afirmar a superioridade do mundo islâmico, as imagens do livro deveriam ser feitas com técnicas de perspectiva da Itália renascentista. As intenções secretas do sultão logo dão margem a especulações, desencadeando intrigas e o assassinato de um artista que trabalhava no livro. Ao mesmo tempo, desenrola-se o caso de amor entre Negro, que volta a Istambul após doze anos de ausência, e a bela Shekure. Construída por dezenove narradores - entre eles um cachorro, um cadáver e o pigmento cuja cor dá nome ao livro -, a história surpreende pela exuberância estilística, que reflete o encontro de duas culturas. “Surpreendente... belo... cativante... repleto de sublimidade e pecado.” - Richard Eder, The New York Times Book Review “O principal romancista de seu país... Sua eminência exala singularidade.” - John Updike, The New Yorker “Comovente e persuasivo. Intensamente contagiante. Um feito extraordinário.” - Dick Davis, The Times Literary Supplement
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Meu Nome É Vermelho”, de Orhan Pamuk, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2013 e com 576 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 576
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535922970
ISBN13: 9788535922974
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,464
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
