
Título: Meu pais e um corpo que doi
Autor: Claudete Daflon
Sinopse: Meu país é um corpo que dói resulta de uma escrita em tempos difíceis, mas também testifica a força criativa e renovadora do pensamento e da arte. Diante da convergência de uma crise ambiental, humanitária e política, o fio do debate decolonial permite a costura de obras de artistas que problematizam processos ocidentais de objetificação da vida. O encontro da reflexão analítica com as artes, a literatura e o cinema latino-americanos proposto pelo ensaio torna incontornável reconhecer que a separação entre natureza e cultura está na base da violência infligida a povos e sujeitos cuja humanidade é cotidianamente contestada. No ensaio, a dor, materializada no corpo individual e social, emerge como matéria da escrita e força de insurgência.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Meu pais e um corpo que doi”, de Claudete Daflon, publicado pela editora Relicário, em 2022 e com 292 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Relicário
Páginas: 292
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6589889279
ISBN13: 9786589889274
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Relicário convidam o leitor a navegar entre temas que transitam do pensamento estético e filosófico à reflexão social contemporânea, com uma forte presença da arte, da literatura e da cultura visual. A experiência de leitura costuma ser marcada por textos densos, que exploram relações complexas entre imagem, escrita e crítica, muitas vezes com um tom ensaístico e investigativo. O catálogo revela um interesse por obras que dialogam com a tradição literária e filosófica, mas também por narrativas que abordam questões urbanas, sociais e políticas sob perspectivas inovadoras e multifacetadas. Essa diversidade se manifesta no contraste entre textos mais teóricos e outros de natureza ficcional ou poética, sempre com uma linguagem elaborada e um ritmo que exige atenção e envolvimento do leitor.
