
Título: Meu pretérito rosto
Autor: Pedro Moreira
Sinopse: "Assim como foi definida a obra Água viva, de Clarice Lispector, pode ser definido Meu pretérito rosto, primeiro romance do escritor paulista Pedro Moreira: ‘um denso e fluente poema em prosa, onde é aclamada, amaldiçoada, reprimida e expandida a vida’. Afinal, embora inegável que a presente obra seja mais longa e esteja mais próxima de uma fluidez menos onírica, a oscilação entre singelezas e dilemas filosóficos na criação de uma linguagem poética, metafórica e guiada por reminiscências, constitui um elo entre as duas estruturas." — Matheus Peleteiro “Pedro Moreira é um poeta-narrador, conduz a história com excelência. Não se trata apenas de fluidez, mas da dose certa entre a linguagem precisa e a inusitada. A palavra é argila nas mãos de Pedro. O romance é uma escultura com a cor da terra tão presente na narrativa. Meu pretérito rosto é sobre a existência humana, sobre a desigualdade social brasileira, sobre a vida em profundeza, sobre a ancestralidade, sobre a força da natureza, sobre as relações familiares, sobre o racismo.” — Joselma Noal
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Meu pretérito rosto”, de Pedro Moreira, publicado pela editora Patuá, em 2023 e com 168 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Patuá
Páginas: 168
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6558645696
ISBN13: 9786558645696
Sobre a editora
Os livros da editora Patuá convidam o leitor a navegar por universos literários que exploram a intensidade das emoções e a complexidade das relações humanas, muitas vezes atravessadas por temas como memória, identidade e transformação. A leitura costuma oscilar entre o lírico e o inquietante, com narrativas que transitam entre o realismo poético e o fantástico, sem abrir mão de um tom reflexivo e, por vezes, melancólico. A prosa e a poesia se entrelaçam em textos que desafiam a linearidade, valorizando a fragmentação e a experimentação formal. O catálogo revela obras que dialogam com questões sociais atuais, como sexualidade, violência e silêncio, sempre com uma escrita que privilegia a densidade afetiva e o ritmo cadenciado.
