
Título: Meurtre au champagne
Autor: Agatha Christie
Sinopse: Trop belle, trop légère, trop riche Rosemary ! Quel désespoir secret a conduit au suicide cette femme environnée d’admirateurs et d’amants, volant de cocktails en parties de bridge et de dîners en bals, sous l’oeil résigné de George, son mari plus âgé ? Nul ne le sait. Mais la question commence à se poser différemment le jour où ce dernier est informé par des lettres anonymes qu’on a assassiné son épouse. Cependant, le lecteur découvre, une à une, les raisons qui auraient pu pousser diverses personnes de l’entourage de Rosemary à vouloir se débarrasser d’elle. Toutes se trouvaient là le soir tragique où elle a bu une coupe de champagne additionnée de cyanure. Un nouveau dîner rassemblant les mêmes convives permettra-t-il, comme George l’espère, de confondre le coupable ? Peut-être... A condition qu’une nouvelle mort ne vienne pas compliquer l’affaire.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Meurtre au champagne”, de Agatha Christie, publicado pela editora Le livre de poche, em 1977 e com 255 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Le livre de poche
Páginas: 255
Ano: 1977
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2253017698
ISBN13: 9782253017691
Sobre a editora
Os livros da editora LE LIVRE DE POCHE convidam o leitor a mergulhar em narrativas densas e multifacetadas, onde o drama humano se entrelaça com reflexões existenciais e contextos históricos variados. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens em crises profundas, como jovens enfrentando a perda da inocência, sociedades à beira do colapso ou indivíduos confrontados com dilemas morais e afetivos complexos. O tom oscila entre o melancólico e o esperançoso, com histórias que exploram tanto o íntimo quanto o coletivo, em ambientes que vão de cenários históricos detalhados a futuros distópicos. Esse equilíbrio entre o narrativo e o filosófico, presente nas sinopses, sugere um catálogo que valoriza tramas que provocam o pensamento sem abrir mão da intensidade emocional.
