
Título: meus lapis de cor so so meus
Autor: Ruth Rocha
Sinopse: Os livros Meu Irmãozinho me Atrapalha, Quando Miguel Entrou na Escola e O Dia em que Miguel Estava Muito Triste são todos relançamentos da série Comecinho, que agora ganham edições mais dinâmicas e criativas pela Global Editora. Com Meus Lápis de Cor São Só Meus, o 4º volume das histórias de Miguel e Pedro, Ruth Rocha volta a abordar temas chaves da infância, sempre com sua mesma visão sensível e pertinente. Dessa vez, Miguel está brincando com sua prima Lulu, que acabou de ganhar uma caixa de lápis de cor. Sem querer saber de dividir o seu presente com o primo, seus lápis acabam ficando sem ponta e caindo no chão, até que Miguel oferece uma solução emprestando seu apontador. Assim, eles passam a brincar juntos, dividindo os apetrechos e colorindo vários desenhos. Seguindo os padrões dos outros livros da série, Comecinho explora assuntos importantes com uma narrativa que é sempre delicada e empática. Meus Lápis de Cor São Só Meus, no caso, fala sobre amizade, altruísmo e como nasce o sentimento de posse no ser humano. As ilustrações são de Mariana Massarani.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “meus lapis de cor so so meus”, de Ruth Rocha, publicado pela editora Global Editora, em 2022 e com 32 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Global Editora
Páginas: 32
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 655612253X
ISBN13: 9786556122533
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,017
- Altura (cm): 27,50
- Largura (cm): 20,50
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
