
Título: Meus Poemas Preferidos
Autor: Manuel Bandeira
Sinopse: Meus poemas preferidos foi publicado pela primeira vez em 1966, com seleção feita pelo próprio poeta. Nesta antologia, Manuel Bandeira resgata suas criações prediletas. Assim, o autor de “Poema do beco”, “Os sapos”, “Vou-me embora pra Pasárgada”, “Evocação do Recife”, “Pneumotórax”, “Porquinho-da-índia” e de tantos outros poemas que mudaram os rumos da literatura brasileira, reúne uma seleção que traz o essencial e a diversidade de sua produção em verso. E nos presenteia também com algumas traduções de poetas estrangeiros de seu maior afeto. Ao reunir neste livro os frutos preferidos de sua arte, Bandeira apresenta a todos os seus antigos e novos leitores uma ocasião especial para que se possa conhecer sempre mais e melhor de sua vasta e prodigiosa obra poética.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “Meus Poemas Preferidos”, de Manuel Bandeira, publicado pela editora Global Editora, em 2014 e com 205 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Global Editora
Páginas: 205
Ano: 2014
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526019961
ISBN13: 9788526019966
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
