
Título: Michel Foucault
Autor: Didier Eribon
Sinopse: Ao refazer o percurso nada estável e radicalmente original da vida e da obra do filósofo Michel Foucault, o jornalista Didier Eribon conseguiu traçar um painel dos mais vivos e esclarecedores sobre um homem que foi, ao mesmo tempo, figura central da vida intelectual francesa e ativo participante nos combates políticos que animaram as duas últimas décadas. Resultado de minuciosa pesquisa - na qual, além de vasculhados os arquivos, foram consultados professores, alunos, amigos e companheiros de luta - , Michel Foucault recupera acontecimentos e questões que não mais pertencem ao controvertido filósofo francês nem a seu país. O pensamento de Foucault tornou-se, hoje, patrimônio internacional, e sua razão dilacerada confunde-se com a própria história deste século.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Michel Foucault”, de Didier Eribon, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1990 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 352
Ano: 1990
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8571641137
ISBN13: 9788571641136
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
