
Título: Michel Foucault e a Constituicao do Sujeito
Autor: Fonseca da
Sinopse: Recolocando em discussão as diversas tentativas de periodização dos escritos de Foucault, o livro de Márcio Alves da Fonseca elege como tema e fio condutor o problema da historicidade do sujeito e das experiências de constituição de uma consciência de si na cultura ocidental. Sem excluir os textos teóricos anteriores, o trabalho se concentra principalmente nos escritos genealógicos de Foucault e retoma os temas do poder disciplinar, do dispositivo de sexualidade, enfim, das técnicas de controle e intervenção sobre os corpos com o propósito de construir, para uma emergente sociedade capitalista industrial, indivíduos dóceis, úteis e adaptáveis aos aparelhos de produção.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Michel Foucault e a Constituicao do Sujeito”, de Fonseca da, publicado pela editora EDUC - Editora da PUCSP, em 2016 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: EDUC - Editora da PUCSP
Páginas: 144
Ano: 2016
Edição: Filosofia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8528304361
ISBN13: 9788528304367
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,75
Sobre a editora
Os livros da editora EDUC - Editora da PUCSP propõem uma leitura que une reflexão filosófica, análise social e pesquisa acadêmica rigorosa, frequentemente ancorada em contextos brasileiros e lusófonos. A experiência de leitura costuma envolver um ritmo denso e contemplativo, com textos que exploram desde a filosofia dos afetos até estudos sobre exclusão social, patrimônio cultural e políticas linguísticas. O catálogo revela obras que dialogam com temas como educação, violência institucional, linguística e gestão em instituições comunitárias, oferecendo um panorama multifacetado. A linguagem é predominantemente acadêmica, mas com atenção a narrativas que trazem vozes reais e experiências vividas, como entrevistas em presídios ou análises de documentários. Há obras mais teóricas e outras que privilegiam relatos e estudos de caso, o que permite ao leitor transitar entre abordagens mais conceituais e outras mais empíricas.
