
Título: Mídia e Terror: Comunicação e violência política
Autor: Jacques A. Wainberg
Sinopse: As notícias sobre os conflitos em geral e sobre o terrorismo em particular têm um certo e relevante impacto no imaginário das pessoas. Por isso mesmo, compreende-se a dose extra de violência utilizada em tais atos preferencialmente contra civis. Tais ocorrências são premeditadas e visam prioritariamente atrair a atenção da mídia. Neste sentido, costuma-se também dizer que o terror é uma forma de "comunicação violenta". Por decorrência, é comum acusar a imprensa de cumplicidade e de manter uma relação "simbiótica" com tais grupos que utilizam o ataque a bombas, seqüestros e assassinatos, entre outros meios violentos, para fazerem ouvir suas demandas. Dizem estas vozes críticas que as corporações jornalísticas e os terroristas vivem em conluio, como parasitas, um animando-se da energia do outro. Ao noticiar quase instantaneamente os golpes assassinos desses grupos, a mídia também amplia o círculo do medo. A hipótese corrente é a de sem imprensa provavelmente não haveria terror.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Mídia e Terror: Comunicação e violência política”, de Jacques A. Wainberg, publicado pela editora Paulus, em 2005 e com 187 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulus
Páginas: 187
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8534922950
ISBN13: 9788534922951
Sobre a editora
Os livros da editora Paulus convidam o leitor a um encontro profundo com temas ligados à espiritualidade, à reflexão teológica e à formação humana em suas múltiplas dimensões. A experiência de leitura costuma alternar entre textos densos, como tratados filosóficos e teológicos, e obras que buscam uma linguagem acessível para públicos variados, incluindo crianças e jovens. O ritmo das obras varia: há narrativas que exploram a poesia e a literatura infantil com leveza e brincadeira, enquanto outras apresentam reflexões rigorosas sobre conceitos como a comunicação, a ética e a fé. O catálogo sugere um diálogo entre tradição e contemporaneidade, com obras que trazem desde a exegese bíblica até relatos em quadrinhos e memórias que dialogam com a cultura popular.
