
Título: Mil Anos Passados
Autor: Spencer Lewis
Sinopse: A presente história procura lançar alguma luz sobre esta pergunta e sua possível resposta. O fato de que o assunto é apresentado em forma de história, e não como argumentos científicos profundos, não prova que os princípios implicados não tenham base científica, ou que o processo pelo qual os Ontens são revelados seja um processo antinatural, incomum ou anticientífico. Ele é, na verdade, característico das experiências de muitas pessoas e pode encontrar um paralelo em algumas experiências do leitor. Com a única idéia de que, através de uma história agradável - ou pelo menos fascinantemente estranha -, alguns serão conduzidos ao limiar da percepção na qual as atividades e funções parcialmente exploradas da mente contém muitos mistérios profundos e princípios de importância considerável, e que os assim iluminados possam ser tentados a buscar mais luz na Câmara do Ignoto - este livro é oferecido aqueles que pedem constantemente o incomum na ficção e o místico no romance.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Mil Anos Passados”, de Spencer Lewis, publicado pela editora Renes, em 1975 e com 151 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Renes
Páginas: 151
Ano: 1975
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Renes costumam mergulhar em narrativas densas e detalhadas, com forte ênfase em personagens históricos e momentos decisivos, especialmente da Segunda Guerra Mundial. A leitura frequentemente traz um tom sóbrio e analítico, com descrições que evocam cenas de batalha, estratégias militares e perfis complexos de líderes e soldados. Há também espaço para reflexões sobre espiritualidade antiga e filosofias pouco exploradas, criando contrastes entre o rigor histórico e o misticismo. O ritmo pode variar, ora mais direto e factual, ora mais contemplativo e poético, dependendo do tema. O catálogo sugere uma preferência por obras que combinam pesquisa cuidadosa com uma narrativa que valoriza o contexto humano por trás dos fatos.
