
Título: Millénium #1: Les hommes qui n'aimaient pas les femmes
Autor: Stieg Larsson
Sinopse: Ancien rédacteur de Millenium, revue d'investigations sociales et économiques, Mikael Blomkvist est contacté par un gros industriel pour relancer une enquête abandonnée depuis quarante ans. Dans le huis clos d'une île, la petite nièce de Henrik Vanger a disparu, probablement assassinée, et quelqu'un se fait un malin plaisir de le lui rappeler à chacun de ses anniversaires. Secondé par Lisbeth Salander, jeune femme rebelle et perturbée, placée sous contrôle social mais fouineuse hors pair, Mikael Blomkvist, cassé par un procès en diffamation qu'il vient de perdre, se plonge sans espoir dans les documents cent fois examinés, jusqu'au jour où une intuition lui fait reprendre un dossier. Régulièrement bousculés par de nouvelles informations, suivant les méandres des haines familiales et des scandales financiers, lancés bientôt dans le monde des tueurs psychopathes, le journaliste tenace et l'écorchée vive vont résoudre l'affaire des fleurs séchées et découvrir ce qu'il faudrait peut-être taire. A la fin de ce volume, le lecteur se doute qu'il rencontrera à nouveau les personnages et la revue Millenium.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Millénium #1: Les hommes qui n’aimaient pas les femmes”, de Stieg Larsson, publicado pela editora Actes Sud, em 2006 e com 574 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Actes Sud
Páginas: 574
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: francês
ISBN: 2742761578
ISBN13: 9782742761579
Sobre a editora
Os livros da editora ACTES SUD apresentam uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram conflitos humanos profundos e contextos sociais variados, desde mistérios policiais em pequenas comunidades até reflexões sobre identidade e memória histórica. O catálogo revela uma predileção por histórias que desvendam as múltiplas camadas das relações pessoais e coletivas, muitas vezes com um tom introspectivo e um ritmo que alterna entre a tensão crescente e momentos de delicadeza. Há obras que se apoiam em ambientes geográficos específicos, como cidades ou regiões culturais, enquanto outras adotam formatos mais experimentais, como livros pop-up de luxo ou ensaios que dialogam com as artes e o corpo. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras de cunho mais informativo ou ensaístico, oferecendo ao leitor uma gama de abordagens para temas contemporâneos e históricos.
