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Minha moto, eu e a América

Título: Minha moto, eu e a América

Autor: Miragaia René Angelino

Sinopse: ...As coisas que Gaia arrolou neste seu magnífico livro, onde as aventuras se atropelam com o impossível, prendem o leitor pelo contraste. Ora é uma praia na nossa pacata Santa Catarina onde só se permite tomar banho nu, conforme recomenda um mal-encarado baixinho peludo que de cobertura só tinha um vistoso relógio ou então, num salto já agora a bordo de um teco-teco, em Nazca no Perú, de onde nos conta ter visto no chapadão da serra, planura parecendo pistas de aeronaves, além de figuras gigantescas formadas por pedras justapostas. Quem teria feito coisas assim tão estranhas, como contornos de uma baleia ou de um avantajado lagarto ou, mais surpreendente ainda, a figura gigantesca de um astronauta? Como se o contintente fosse pequeno, eis Gaia cá embaixo, no extremo argentino, assistindo baleias e filhotes passeando tranquilos à flor d'água, enquando bandos de lobos marinhos se espreguiçam ao sol. De repente, registra ele um fenômeno comum naquelas alturas, os "monzones" que nada mais são do que choques de ventos quentes do Continente, com outros frígidos do mar. Conta Gaia que a tempestade que isso ocasiona, é imprevisível. Uma que tensão elétrica paira no ar pondo no chão as criaturas. Na sua bem-conduzida narrativa, nosso motociclista destaca como empolgante, mas plena de sacrifícios, a subida na cordilheira dos Andes por trilhas estreitas, tortuosas e empedradas que, aliadas à fúria e ao descontrole dos ventos, cobram daqueles que se aventuram um preço muito alto. Não se há de destacar nas narrativas do explorador Gaia pontos altos e baixos, tão-somente porque não os há. Tudo é surpreendente. O belo se confunde com o pitoresco e este com o insólito, quando fala das tentativas de assalto. O mundo histórico dos incas, por tudo que foi visto, empolgou o explorador como um testemunho do esforço da criatura para fazer o que fez numa região inóspita como a das cordilheiras . De outro lado, Gaia nos fala da mais alta queda dágua do Planeta nos limites Brasil-Venezuela, cujas águas se despencam em plena floresta, a mais de 1.000 metros de altura.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Minha moto, eu e a América”, de Miragaia René Angelino, publicado pela editora Mercuryo, em 1994 e com 238 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Mercuryo

Páginas: 238

Ano: 1994

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre a editora

    Os livros da editora MERCURYO costumam explorar temas ligados ao esoterismo, mistério e espiritualidade, com narrativas que transitam entre relatos históricos, investigações detalhadas e análises simbólicas. A experiência de leitura frequentemente envolve uma imersão em mundos que misturam fatos, especulações e interpretações, com textos que podem ser densos e ricos em detalhes, como manuscritos antigos ou diários de viagem no tempo. O catálogo também revela obras que abordam o autoconhecimento e a psicologia, usando abordagens que combinam teoria e prática, com um tom didático e reflexivo. Há ainda espaço para histórias de suspense e mistério, algumas com clima mais investigativo e outras com pitada de fantasia, o que confere certa diversidade ao conjunto. O ritmo dos textos varia entre passagens mais descritivas e momentos de tensão narrativa, sempre com um cuidado para apresentar informações que convidam à reflexão.

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