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Minha nave amarrada numa goiabeira

Título: Minha nave amarrada numa goiabeira

Autor: Luiz Felipe Rezende

Sinopse: Luiz Felipe Rezende adota a crônica como uma forma de divulgação científica menos fria, mais lúdica e utiliza a ficção quando a situação permite, mas também adota a precisão quando é necessária. Fazendo pesquisa desde 2002, trabalhou da ionosfera (camada da atmosfera que fica entre 60 e 1000 km de altitude) até à planta e sua fotossíntese e modelos computacionais de vegetação. Nesta trajetória fez o caminho inver- so: do espaço à terra; e publicou artigos cientí- ficos sobre cintilação ionosférica, tempestades magnéticas, clima espacial, mudanças climáticas, modelos de vegetação e sobre os biomas brasileiros. Para fazer a divulgação, criou um projeto pessoal que deu o nome de Scientia et Ars (da fotossintese à ionosfera) que tem como desafio adotar a leveza e um pouco do aspecto poético da crônica para falar de Ciência. E através de crônicas relata histórias as experiências em trabalhos de campo, congressos, palestras e nos bastidores da Ciência. Histórias que pro- curam mostrar o lado humano da Ciência, que é uma atividade feita por pessoas. Nesse tempo houve a oportunidade e o privilégio de conhecer cientistas mundialmente renomados, e muitos outros, não renomados, mas também brilhantes. Luiz Felipe Rezende adota a crônica como uma forma de divulgação científica menos fria, mais lúdica e utiliza a ficção quando a situação per- mite, mas também adota a precisão quando é necessária. Fazendo pesquisa desde 2002, trabalhou da ionosfera (camada da atmosfera que fica entre 60 e 1000 km de altitude) até à planta e sua fotossíntese e modelos computacionais de vegetação. Nesta trajetória fez o caminho inver- so: do espaço à terra; e publicou artigos cientí- ficos sobre cintilação ionosférica, tempestades magnéticas, clima espacial, mudanças climá- ticas, modelos de vegetação e sobre os biomas brasileiros. Para fazer a divulgação, criou um projeto pessoal que deu o nome de Scientia et Ars (da fotossintese à ionosfera) que tem como desafio adotar a leveza e um pouco do aspecto poético da crônica para falar de Ciência. E atra- vés de crônicas relata histórias as experiências em trabalhos de campo, congressos, palestras e nos bastidores da Ciência. Histórias que pro- curam mostrar o lado humano da Ciência, que é uma atividade feita por pessoas. Nesse tempo houve a oportunidade e o privilégio de conhecer cientistas mundialmente renomados, e muitos outros, não renomados, mas também brilhantes. Por sua convivência, ele mostra que às vezes uma grande decisão cientifica pode ser pautada puramente pela intuição, e não pelo senso estritamente técnico. autor que também atua no O campo da Literatura e da Música, complementa as crônicas com referências culturais que se intercruzam com questões cientificas. A Ciência não está isolada, e nos questionamentosdo Universo e da Natureza, sempre hà a integração e a participação da Arte e da Filosofia. Os cientistas antigos também eram artistas assim como Leonardo Da Vinci

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Minha nave amarrada numa goiabeira”, de Luiz Felipe Rezende, publicado pela editora Urutau, em 2025 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Urutau

Páginas: 88

Ano: 2025

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6559009971

ISBN13: 9786559009978

    Sobre a editora

    A experiência de leitura dos livros da editora Urutau revela um mergulho em textos densos, que transitam entre a poesia e a prosa, com forte presença de temas como a condição humana, relações afetivas complexas e a busca por sentidos em ambientes cotidianos ou simbólicos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tensões internas, seja na intimidade da vida familiar, na investigação de mistérios urbanos ou na reflexão sobre identidades e memórias. A linguagem costuma ser elaborada, ora poética e simbólica, ora marcada por uma crueza direta, convidando o leitor a uma leitura atenta e contemplativa. Há obras que dialogam com o corpo, o desejo e a palavra, enquanto outras se apoiam em personagens femininas que desafiam estereótipos e enfrentam conflitos profundos.

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