
Título: Minha Sexlist
Autor: Joanna Bolouri
Sinopse: Já faz um ano que Phoebe terminou com Alex, seu namorado de três anos, depois de flagrá-lo na cama com outra mulher. Apesar de contar com algumas vantagens da vida de solteira, como noites regadas a doses cavalares de champagne, tequila, Jack Daniel’s e músicas dos anos 80, e o apoio dos amigos, igualmente trabalhados no álcool, ela ainda não superou o término, muito menos a traição. Com a chegada do Ano-Novo, no entanto, Phoebe decide que é hora de esquecer Alex de uma vez por todas. E a única maneira de conseguir isso é se livrando da Phoebe antiga, aquela que ainda ama o ex, é tímida, submissa. Com isso em mente, ela coloca no papel uma lista de tarefas para retomar as rédeas de sua vida. Dez desafios que terá de cumprir ao longo de um ano... todos eles na cama. Afinal de contas, fala-se tanto de como o sexo pode ser maravilhoso, já passou da hora de explorar mais o que isso significa.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Minha Sexlist”, de Joanna Bolouri, publicado pela editora Fábrica231, em 2015 e com 416 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Fábrica231
Páginas: 416
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8568432158
ISBN13: 9788568432150
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,404
- Altura (cm): 20,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Fábrica231 apresentam uma variedade que vai do suspense policial a narrativas de transformação pessoal, com um tom que ora é tenso e investigativo, ora intimista e emocional. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram conflitos intensos, sejam eles externos, como crimes e mistérios, ou internos, como jornadas de autoconhecimento e superação. A linguagem costuma ser acessível, com ritmo que varia entre o envolvente e o reflexivo, convidando tanto leitores que buscam tramas mais narrativas quanto aqueles que apreciam relatos mais próximos da experiência humana. Além disso, há espaço para obras que misturam formatos, como prosa e verso, e para temas contemporâneos, incluindo debates sobre identidade de gênero e relações afetivas complexas.
