
Título: Minhas memórias de cineasta
Autor: Luiz de Barros
Sinopse: Autobiografia do cineasta Luiz de Barros. Luiz Moretzhon da Cunha e Figueiredo da Fonseca de Almeida e Barros Castelo Branco Teixeira de Barros, conhecido como Luiz de Barros (Rio de Janeiro, 12 de setembro de 1893 — Rio de Janeiro, 1982) foi um diretor de cinema, produtor cinematográfico, montador cinematográfico, roteirista, diretor de fotografia e ator brasileiro. Era também creditado como Teixeira Barros, Guilherme Teixeira e Teixeira de Barros. Estudou Direito no Brasil e artes plásticas na Europa. Fez estágio nos estúdios da Gaumont na França. Dirigiu o primeiro filme sonoro brasileiro, Acabaram-se os Otários (1929), considerado o primeiro filme de chanchada nacional. Escreveu entre outros: Ele, Ela, Quem? (1977); Vagabundos no Society (1962); É Pra Casar? (1953); Inocência (1949) O Cortiço (1945); Berlim na Batucada (1944); Maridinho de Luxo (1938); e Perdida (1915). Dirigiu cerca de 80 filmes entre 1914 e 1977.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Minhas memórias de cineasta”, de Luiz de Barros, publicado pela editora Artenova, em 1978 e com 266 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Artenova
Páginas: 266
Ano: 1978
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Artenova apresentam uma diversidade que vai do relato autobiográfico à ficção de suspense, com incursões frequentes por narrativas que exploram relações humanas complexas e dilemas morais. O catálogo inclui desde histórias ambientadas em contextos históricos, como o Japão medieval, até enredos urbanos e contemporâneos, com personagens que enfrentam conflitos internos e externos intensos. Há uma presença notável de obras que abordam temas delicados, como a homossexualidade em tempos passados, e outras que trazem um tom mais irônico ou ácido na análise da sociedade. O ritmo das narrativas varia bastante, com textos que podem ser mais densos e reflexivos, e outros que mantêm uma tensão constante, especialmente em tramas de mistério ou crime.
