
Título: Ministros do diálogo
Autor: O diálogo ecumênico e inter-religioso na formação presbiterial
Sinopse: Em nosso tempo, a legitimidade do pluralismo cultural confirma a existência do pluralismo religioso, exigindo de todos a tolerância como um princípio fundamental da convivência no meio social em que se encontram os diversos sistemas culturais e religiosos. No entanto, entre os católicos romanos constata-se, em geral, um sentimento de mal-estar que se expressa como uma espécie de aborrecimento com o fato de ter que admitir a existência de orientações religiosas diferentes da sua. O fato é que não sabendo como situar-se nesse contexto, não poucos adotam atitudes que vão do fechamento e intolerância ao indiferentismo e relativismo. Como compreender que essa realidade é uma pertinente interpelação à formação e atuação dos agentes de pastoral na Igreja Católica Romana? Os documentos do Magistério insistem para que a formação dos agentes de pastoral - particularmente dos presbíteros - capacite-os para o diálogo com as igrejas e religiões. Mas os conteúdos específicos desenvolvidos nas casas de formação ignoram quase por completo tal insistência.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Ministros do diálogo”, de O diálogo ecumênico e inter-religioso na formação presbiterial, publicado pela editora Paulus, em 2004 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Paulus
Páginas: 136
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Paulus convidam o leitor a um encontro profundo com temas ligados à espiritualidade, à reflexão teológica e à formação humana em suas múltiplas dimensões. A experiência de leitura costuma alternar entre textos densos, como tratados filosóficos e teológicos, e obras que buscam uma linguagem acessível para públicos variados, incluindo crianças e jovens. O ritmo das obras varia: há narrativas que exploram a poesia e a literatura infantil com leveza e brincadeira, enquanto outras apresentam reflexões rigorosas sobre conceitos como a comunicação, a ética e a fé. O catálogo sugere um diálogo entre tradição e contemporaneidade, com obras que trazem desde a exegese bíblica até relatos em quadrinhos e memórias que dialogam com a cultura popular.
