
Título: Mito da Propriedade, O
Autor: Liam Murphy
Sinopse: Numa economia capitalista, os impostos não são um simples meio pelo qual são pagos a estrutura do governo e o fornecimento de serviços públicos. São, isto sim, o instrumento mais significativo pelo qual o sistema político põe em prática uma determinada concepção de justiça econômica. No entanto, não se tem feito quase nenhum esforço para integrar importantes obras filosóficas recentes sobre a justiça com os ferinos debates sobre o sistema tributário que se desenrolam no meio político norte-americano e nos círculos que se dedicam à análise das políticas públicas, da economia e do direito. Em ''''O mito da propriedade'''', Liam Murphy e Thomas Nagel preenchem essa lacuna e nos oferecem o primeiro livro que entende a tributação a partir do ponto devista da filosofia moral e política contemporânea.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “Mito da Propriedade, O”, de Liam Murphy, publicado pela editora WMF Martins Fontes, em 2005 e com 296 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: WMF Martins Fontes
Páginas: 296
Ano: 2005
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8533621310
ISBN13: 9788533621312
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,70
Sobre a editora
Os livros da editora Wmf Martins Fontes oferecem uma experiência de leitura que transita entre o rigor acadêmico e a narrativa acessível, com obras que exploram desde a fantasia infantil até a filosofia e a história. O catálogo revela um interesse por temas culturais e científicos, frequentemente apresentados com linguagem clara, didática e, em alguns casos, com um toque de humor ou mistério. Há uma atenção especial a obras que dialogam com o patrimônio literário e a reflexão crítica, seja por meio de adaptações gráficas ou de textos que aprofundam questões filosóficas e sociais. O tom varia entre o informativo e o narrativo, com algumas obras de ritmo mais ágil e outras que exigem uma leitura mais contemplativa.
