
Título: Moça com chapéu de palha
Autor: Menalton Braff
Sinopse: Este livro revela cenas campestres, pinceladas como se fossem uma natureza morta. É quando também há maior abertura para o registro de cenas cotidianas, triviais. As impressões nascem ora do que vai sendo mostrado com solidez, o amor entre o protagonista e Angélica, sua mulher, ora pelas incertezas do narrador em torno do seu destino. Acentua-se o cenário urbano, da redação do jornal e das relações profissionais ali estabelecidas, da falta de ética, do poder que consome o compromisso com a verdade. De um lado, o campo, o cuidado na preparação da comida, na arrumação da mesa de jantar, no zelo com o jardim, na vida amorosa e sentimental, enquanto, de outro, estão a cidade e sua máquina incessante, brutal e estressante. Qual dos dois é mais verdadeiro? Qual dos dois é mais importante? São perguntas que se colocam neste romance e são formuladas em diálogo com a própria criação literária, num jogo metalinguístico.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Moça com chapéu de palha”, de Menalton Braff, publicado pela editora Língua Geral, em 2009 e com 216 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Língua Geral
Páginas: 216
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8560160361
ISBN13: 9788560160365
Sobre a editora
Os livros da editora Lingua Geral oferecem uma experiência de leitura marcada por uma combinação entre crítica social e experimentação linguística, frequentemente atravessada por humor e lirismo. As narrativas transitam entre o realismo e o fantástico, com contos que exploram tensões sociais por meio de uma linguagem que valoriza ritmo e sonoridade. O catálogo também inclui obras que dialogam com a história da língua portuguesa e retratos de personagens em contextos culturais diversos, do Brasil à África, com olhares que mesclam o íntimo e o coletivo. Há espaço para textos que abordam desde a poesia da vida cotidiana até romances que exploram identidades e relações afetivas, sempre com um tom que pode ser tanto melancólico quanto irônico.
