
Título: Mocambique com z de zarolho
Autor: Manuel Mutimucuio
Sinopse: Na esperança de melhorar sua posição no cenário capitalista global, o governo de Moçambique adota uma medida extrema: instituir o inglês como idioma oficial e deixar para trás tanto seus dialetos locais quanto a língua portuguesa imposta pelo ex-colonizador. Só que essa mudança tão abrupta terá diversos impactos na vida dos cidadãos. Como Djassi, político que votou contra a mudança, mas que agora se vê buscando favores de seus adversários na busca por uma bolsa de estudos para o filho em Londres; e Hohlo, seu empregado doméstico, que vê todos os seus cambaleantes esforços de ascensão social através do estudo do português serem frustrados de uma hora para outra. Diante desses e outros tragicômicos reflexos da nova lei, ecoa a pergunta: que lugar têm aqueles que não dominam a língua dos poderosos?
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Mocambique com z de zarolho”, de Manuel Mutimucuio, publicado pela editora Dublinense, em 2022 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Dublinense
Páginas: 128
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555530766
ISBN13: 9786555530766
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,160
- Altura (cm): 20,80
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Dublinense costumam apresentar uma leitura que mescla densidade emocional e experimentação formal, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o social. É comum encontrar personagens em jornadas de autoconhecimento ou em situações-limite, como deslocamentos geográficos, crises políticas e conflitos pessoais, que revelam camadas complexas da existência humana. O tom varia entre o reflexivo e o tenso, com passagens que transitam entre a prosa poética e o realismo cru, sempre com atenção a detalhes cotidianos e culturais. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que desafiam formatos tradicionais e outras que se apoiam em narrativas mais lineares, mas todas com uma linguagem cuidadosa e imagens vívidas.
