
Título: Modernidade Brasileira
Autor: Cavalcanti Camillo
Sinopse: O livro visa discutir as relações entre as diversas estéticas modernas que eclodem entre dois fins-de-século: XVIII-XIX e XIX-XX, portanto, desde as bases românticas que fundam os alicerces da modernidade, passando pelo Parnasianismo (Alberto de Oliveira) e o Simbolismo (Cruz e Souza), até o Decadentismo e todo o veio subterrâneo que corre paralelo ao exercício de vanguardas que prenuncia o modernismo, a exemplo de Augusto dos Anjos e Raul de Leoni. Há um interesse especial pelo transcendentalismo e pelo subjetivismo, como forma de rasura do real, para experimentar novos horizontes existenciais, seja em foros estéticos, filosóficos ou morais, na esteira dos trabalhos de Novalis, Schlegel, Schelling e Fichte.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “Modernidade Brasileira”, de Cavalcanti Camillo, publicado pela editora Edições UESB, em 2013 e com 294 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Edições UESB
Páginas: 294
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8579850517
ISBN13: 9788579850516
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,470
- Altura (cm): 22,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Ediçoes Uesb oferecem uma experiência de leitura que oscila entre o rigor acadêmico e a criatividade literária, com obras que transitam entre contos que misturam realidade e fantasia e textos que discutem temas educacionais e culturais com profundidade. O catálogo privilegia narrativas que exploram a complexidade do conhecimento, como reflexões sobre políticas públicas, educação e linguística, ao mesmo tempo em que apresenta histórias ambientadas em contextos regionais, como o sertão nordestino, com um tom que pode variar do realista ao sobrenatural. A diversidade do material sugere um equilíbrio entre obras mais densas e teóricas e outras que convidam à imaginação e ao sonho, sempre com uma linguagem que convida à reflexão e à problematização.
