
Título: Moko no Brasil
Autor: Alberto Renault
Sinopse: Um escritor, 40 anos, e seu ex-namorado, 22, escrevem uma história a partir dos fatos vividos por amigos em comum naquele verão: a visita da japonesa Moko e seu irmão Ryu ao Brasil. Moko reencontraria no Brasil uma amiga paulista, a modelo Tê, que conheceu em Tóquio, porém antes de reencontrar a amiga, Moko acaba conhecendo e iniciando um romance com LP, ex-namorado da modelo, pelo qual ela ainda é apaixonada. O relacionamento do quarteto revolucionará a vida dos quatro jovens que inventarão num apartamento em Ipanema um novo paraíso. A empregada do autor passa a freqüentar esse apartamento, a mãe de Tê, recém separada também. Uma nova vida vai se desenhando para esses personagens numa trama onde lembranças do Japão misturam-se a um Rio de Janeiro poético e idílico. Os personagens navegam e são sugados por um mar de informações do mundo contemporâneo globalizado e veloz, eles parecem sair e entrar em revistas, instalações artísticas e comerciais de tevê. Num mundo de referências, Moko no Brasil parece inventar um novo país onde é possível ser feliz.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Moko no Brasil”, de Alberto Renault, publicado pela editora Aeroplano, em 2006 e com 156 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Aeroplano
Páginas: 156
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Aeroplano convidam o leitor a navegar por territórios culturais e artísticos brasileiros com olhar atento às expressões periféricas e urbanas, além de mergulhos poéticos e narrativos densos. A experiência de leitura oscila entre o registro documental e a criação literária, com obras que exploram desde o hip-hop como movimento social até antologias de poesia e relatos de comunidades. O tom varia do didático ao lírico, frequentemente com uma linguagem acessível, mas que não abre mão da profundidade na abordagem de temas como identidade, arte contemporânea e cultura popular. O catálogo revela também um interesse em explorar as relações entre arte, tecnologia e mídia, além de valorizar vozes que dialogam com a diversidade cultural brasileira.
