
Título: Monge e a psicanalista (O)
Autor: Marie Balmary
Sinopse: Este encontro entre um monge beneditino e uma psicanalista agnóstica transforma-se, inevitavelmente, em uma reflexão sobre os temas essenciais ligados à vida e à morte, ao conceito de cura e de salvação, tanto através da linguagem da psicanálise, quanto da religião. Fala tensa, confrontação perfeita, a respeito da Igreja e de um Deus que pede sacrifícios e que a psicanálise compara a um ogro devorador de almas. Fala perigosa, que conduz o leitor a um encontro com Abraão, o Salmista e Jesus, mas também com Mozart, Rimbaud moribundo ao lado de sua irmã, ou Montaigne na cabeceira de La Boétie. Com esta narrativa atípica e apaixonante, Marie Balmary nos introduz em um mundo de relações libertadoras, um outro nome do ''''céu''''.
Contexto da obra
Na área de Religião, livros como este costumam ser lidos em diálogo com tradição, formação e reflexão. “Monge e a psicanalista (O)”, de Marie Balmary, publicado pela editora Editora Vozes, em 2007 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Religião. Esse contexto costuma tornar mais claro o lugar do livro dentro de leituras religiosas mais amplas.
Editora: Editora Vozes
Páginas: 184
Ano: 2007-01-01
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532635784
ISBN13: 9788532635785
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,228
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Vozes oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e acessibilidade, com foco em temas religiosos, filosóficos e sociais. A maior parte das obras dialoga com a tradição cristã, especialmente o catolicismo, abordando desde fundamentos teológicos e hermenêuticos até reflexões sobre espiritualidade e práticas pastorais. Além disso, o catálogo inclui textos que exploram a antropologia cultural, sociologia da religião e educação, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico, sempre com atenção ao contexto histórico e cultural. Há obras que propõem exercícios práticos, como vivências para o desenvolvimento pessoal, e outras que se dedicam à análise crítica e interdisciplinar, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas.
