
Título: Monsieur Trictrac
Autor: Rodolphe Töpffer
Sinopse: "Trictrac talvez seja o álbum de humor mais leve e Monsieur descontraído entre todos os que Töpffer desenhou. Partindo da vontade do protagonista de descobrir a nascente do rio Nilo (uma das maiores obsessões europeias do século XIX, na qual se misturavam curiosidade científica e ambição geopolítica), o autor faz piadas com as autoridades (a polícia, o judiciário e a monarquia), com a Burocracia, as leis e, especialmente, a medicina. O fio condutor da narrativa é a velha – e, até nossos dias, sempre renovada – história da troca de papéis: o protagonista, o ladrão, o chefe de polícia e o boticário vão o tempo todo trocando de roupa e sendo confundidos uns com os outros, num ritmo acelerado que, poderíamos dizer, antecipa o que se veria, uma centena de anos depois, nas comédias de Charles Chaplin, Buster Keaton, Harold Lloyd, o Gordo e o Magro e outros pioneiros do cinema. "
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “Monsieur Trictrac”, de Rodolphe Töpffer, publicado pela editora Editora SESI-SP, em 2018 e com 60 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Editora SESI-SP
Páginas: 60
Ano: 2018-01-01
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8550407704
ISBN13: 9788550407708
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,164
- Altura (cm): 17,00
- Largura (cm): 25,00
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora SESI-SP apresentam um panorama editorial que combina narrativas literárias com obras de cunho educativo, artístico e social. A experiência de leitura pode variar entre textos poéticos e contos de curta extensão, que exploram temas humanos e cotidianos, e publicações que documentam projetos sociais e artísticos ligados à comunidade. O catálogo traz também títulos que valorizam a cultura local e global, com olhares sobre a cidade, a história e a diversidade cultural, além de obras que abordam educação, sustentabilidade e alimentação consciente. A linguagem transita entre o acessível e o reflexivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra.
