
Título: Monster #1 (Monster #1)
Autor: Naoki Urasawa
Sinopse: O doutor Kenzou Tenma é um neurocirurgião japonês que trabalha em um famoso hospital alemão. Ele é considerado o melhor neurocirurgião do lugar e faz as operações mais delicadas e difíceis. Em uma de suas cirurgias o doutor Tenma deixa de atender um trabalhador turco que sofreu um acidente e que estava na frente, para operar um famoso cantor de ópera alemão. Tudo para manter a fama do hospital. Só que ao encontrar a esposa e a filha do turco que estão inconsoladas, Tenma se dá conta de que deixou de cuidar de um paciente e ele morreu, para salvar a vida de um figurão. Assim, o médico passa a discutir a política do hospital que se preocupa mais com sua reputação do que com os pacientes. E isso faz com que o neurocirurgião tenha atritos com o diretor do hospital, o Doutor Heinemann. Isso faz com que o médico japonês comece a perder todo o seu prestígio como médico respeitado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Monster #1 (Monster #1)”, de Naoki Urasawa, publicado pela editora Panini Comics, em 2012 e com 226 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Panini Comics
Páginas: 226
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Panini Comics trazem histórias que transitam entre o heroísmo clássico e conflitos contemporâneos, com foco em personagens icônicos enfrentando desafios pessoais e ameaças globais. A leitura costuma envolver narrativas de ação com ritmo dinâmico, muitas vezes ambientadas em cidades modernas ou cenários cósmicos, onde alianças e rivalidades se desenrolam com tensão constante. O catálogo apresenta uma predominância de quadrinhos no formato americano, frequentemente combinando elementos de suspense, batalhas épicas e dilemas morais. Há obras que privilegiam o desenvolvimento de grupos e equipes, enquanto outras exploram confrontos mais individuais e introspectivos, criando um equilíbrio entre histórias mais narrativas e outras com tom mais direto e visual.
