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Moonstone: The Boy Who Never Was

Título: Moonstone: The Boy Who Never Was

Autor: Sjón

Sinopse: The mind-bending miniature historical epic is Sjón's specialty, and Moonstone: The Boy Who Never Was is no exception. But it is also Sjón's most realistic, accessible, and heartfelt work yet. It is the story of a young man on the fringes of a society that is itself at the fringes of the world--at what seems like history's most tumultuous, perhaps ultimate moment. Máni Steinn is queer in a society in which the idea of homosexuality is beyond the furthest extreme. His city, Reykjavik in 1918, is homogeneous and isolated and seems entirely defenseless against the Spanish flu, which has already torn through Europe, Asia, and North America and is now lapping up on Iceland's shores. And if the flu doesn't do it, there's always the threat that war will spread all the way north. And yet the outside world has also brought Icelanders cinema! And there's nothing like a dark, silent room with a film from Europe flickering on the screen to help you escape from the overwhelming threats--and adventures--of the night, to transport you, to make you feel like everything is going to be all right. For Máni Steinn, the question is whether, at Reykjavik's darkest hour, he should retreat all the way into this imaginary world, or if he should engage with the society that has so soundly rejected him.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Moonstone: The Boy Who Never Was”, de Sjón, publicado pela editora Farrar, Straus and Giroux, em 2016 e com 142 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Farrar, Straus and Giroux

Páginas: 142

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9780374536923

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Sjón mergulha o leitor em paisagens islandesas frias e quase irreais, onde o mítico e o histórico se entrelaçam com uma prosa que equilibra o lírico e o tenso. A narrativa oscila entre o íntimo — como as dores pessoais e as buscas de personagens marginalizados — e o externo, marcado por cenários naturais rigorosos e eventos sociais opressivos. O ritmo varia entre momentos contemplativos e episódios carregados de suspense e transformação, criando uma tensão constante entre a fragilidade humana e as forças maiores da natureza e da sociedade. Os personagens são construídos com delicadeza, revelando suas complexidades internas em meio a ambientes que desafiam suas existências. A escrita também traz toques de humor sutil e uma reflexão sobre o papel da arte e da memória coletiva, o que torna a experiência de leitura densa e multifacetada.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Farrar, Straus and Giroux costumam oferecer uma experiência de leitura que combina profundidade intelectual com uma escrita cuidadosamente elaborada, transitando entre ensaios, memórias e ficção literária. O catálogo apresenta obras que exploram temas como a complexidade das relações humanas, a busca por sentido em contextos históricos e sociais, e reflexões filosóficas sobre a maturidade e a condição humana. A narrativa varia entre o mais ensaístico e o mais narrativo, com textos que podem ser densos e contemplativos, como poemas extensos e meditações filosóficas, ou tensos e dramáticos, como romances que abordam conflitos pessoais e sociais. Em muitos casos, os livros propõem um diálogo entre passado e presente, revelando o impacto da história na vida individual e coletiva.

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