
Título: Moradora de Wildfell Hall
Autor: ANNE BRONTE
Sinopse: A obra 'A moradora de WildFell Hall' (The Tenant of Wildfell Hall) foi escrita pela caçula das irmãs em 1848, há exatos 160 anos, pouco antes de sua morte. A importância do romance vai além das barreiras da literatura, a obra levanta a questão do papel da mulher em plena Inglaterra na Era Vitoriana. Helen apaixona-se por Arthur Huntingdon, vai contra a opinião de sua família e sofre as conseqüências de um casamento com um homem desregrado e infiel. Mesmo apoiada fervorosamente na religião, com o desejo de superar e corrigir os maus hábitos de Arthur, Helen não obtém êxito na tentativa de livrar o marido do álcool e do ritmo justificado por ele como uma espécie de carpe diem. Com a ajuda de Frederick, irmão de Helen, uma fuga é arquitetada e Arthur abandonado. A protagonista consegue se estabelecer sob o anonimato em outra cidade, onde conhece alguém que poderá recompensar todo sofrimento e reconhecer a luta pelo destino.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Moradora de Wildfell Hall”, de ANNE BRONTE, publicado pela editora LANDMARK, em 2008 e com 368 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: LANDMARK
Páginas: 368
Ano: 2008
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8588781379
ISBN13: 9788588781375
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,10
Sobre a editora
Os livros da editora Landmark oferecem uma experiência de leitura que mescla clássicos da literatura com obras que exploram temas profundos e multifacetados. O catálogo privilegia narrativas que transitam entre o romance histórico e a reflexão filosófica, muitas vezes apresentadas em edições bilíngues ou com estrutura que convida à imersão cuidadosa. Há uma atenção clara à construção de personagens complexos, como mulheres em contextos sociais restritivos, e à exploração de dilemas morais e existenciais. O tom varia entre o contemplativo e o provocador, com textos que podem ser tanto densos e formais quanto instigantes e fragmentados, como em microficções e ensaios. A Landmark parece dialogar com leitores que buscam tanto o prazer da ficção clássica quanto o desafio de textos que questionam a condição humana e a sociedade.
