
Título: Morreu na Contramão
Autor: ARTHUR HENRIQUE MOTTA DAPIEVE
Sinopse: Este livro traz um ensaio esclarecedor que analisa como o suicídio é tratado na imprensa e conclui que, em vez de determinar a forma de pensarmos o assunto, ela espelha nossa incapacidade de enfrentar o próprio sentido da existência. Para o autor, o modo de encararmos o suicídio tem raízes históricas e remete até mesmo ao romance clássico de Goethe, 'Os sofrimentos do jovem Werther', de 1774. Em sua pesquisa, o jornalista, escritor e professor da PUC-Rio Arthur Dapieve entrevistou jornalistas de O Globo, pesquisou os manuais de redação dos principais periódicos do país, consultou estatísticas, analisou casos marcantes e mergulhou num vasto material teórico sobre o assunto. O livro traz os seguintes capítulos - Prefácio - Sobre o sentido da vida, Introdução - Nas entrelinhas do noticiário, Dois escritores em Turim - Durkheim e sua clássica tipologia do suicídio, Um casal em Londres - Relações perigosas entre jornais e morte voluntária, Um presidente no Catete -O velho tabu visto no Brasil do século XXI, Conclusão - Encarando o suicídio, Referências bibliográficas.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Morreu na Contramão”, de ARTHUR HENRIQUE MOTTA DAPIEVE, publicado pela editora ZAHAR, em 2007 e com 196 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: ZAHAR
Páginas: 196
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857110980X
ISBN13: 9788571109803
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
