
Título: Morro bem, Salvem a Pátria
Autor: José Jorge Letria
Sinopse: Assassinado à queima-roupa na estação do Rossio, em Lisboa, Sidónio Pais é, sem sombra de dúvida, uma das figuras mais controversas e enigmáticas da História de Portugal. A acção deste livro centra-se no dia da sua morte, recuando aos tempos que precederam o homicídio de Sidónio e prolongando-se até depois do seu desaparecimento. Mais do que uma reconstituição histórica, trata-se de um texto ficcional, intenso e dramático, no qual, para falar de Sidónio Pais, são convocadas muitas vozes "de Fernando Pessoa a Álvaro de Campos, passando pelo Repórter X" que tentam perceber quem foi o homem, o que sonhou, o que desejou para Portugal, e como o presidente da "República Nova" via o mundo, de que se despediu aos 46 anos. Presidente populista com uma visão autoritária e fortemente personalizada da função máxima do Estado, Sidónio entrou no imaginário popular: para uns, como salvador da pátria; para outros, como um impenitente mulherengo; para outros, ainda, como o Presidente-Rei", nas palavras de Pessoa. Assim ganhou a dimensão de mito após a sua morte. Um mito que perdurou e que é resgatado em Morro Bem, Salvem a Pátria!. Registadas para sempre por um jornalista inspirado, terão sido essas as últimas palavras de Sidónio?'
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Morro bem, Salvem a Pátria”, de José Jorge Letria, publicado pela editora Oficina do Livro, em 2010 e com 184 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Oficina do Livro
Páginas: 184
Ano: 2010
Edição: 1
Linguagem: português
ISBN: 9895555253
ISBN13: 9789895555253
Sobre a editora
Os livros da editora Oficina do Livro apresentam uma variedade que vai do romance histórico ao infantojuvenil, sempre com um forte componente narrativo e personagens complexos. A experiência de leitura frequentemente envolve imersão em contextos históricos ou sociais detalhados, como guerras, revoluções e transformações culturais, mas também se estende a histórias de mistério e aventuras juvenis. O tom varia entre o dramático e o intimista, com obras que exploram tanto conflitos pessoais profundos quanto tramas de suspense e investigação. O catálogo sugere uma preferência por narrativas que equilibram emoção e reflexão, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo da obra.
