
Título: Mortalha Não Tem Bolso
Autor: McCoy Horace
Sinopse: Escrito em 1937, Mortalha Não Tem Bolso tem ainda hoje a força de uma obra viva e pulsante. Ele é centrado na figura exuberante de Mike Dolan, um repórter idealista, acossado pela Verdade, que acredita no poder de denúncia de uma imprensa livre, mas se depara com a corrupção e o jogo do poder econômico. A ação se passa em uma pequena cidade americana, um microcosmo provinciano capaz de representar todas as singularidades sociais. Combativo, McCoy/Dolan aproveita para meter o dedo na ferida dos grandes traumas da sociedade americana em crise pós-depressão: corrupção nas relações entre a polícia e o poder, grupos neofascistas que ressurgem, imprensa marrom etc. Inédita no Brasil, "No Pockets in a Shroud" ganha agora a competente tradução do jornalista Renato Pompeu.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Mortalha Não Tem Bolso”, de McCoy Horace, publicado pela editora Sá Editora, em 2002 e com 224 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Sá Editora
Páginas: 224
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8588193132
ISBN13: 9788588193130
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 2,50
Sobre a editora
Os livros da editora Sá Editora trazem narrativas que transitam entre o íntimo e o social, explorando relações humanas sob diferentes prismas, como o cuidado, a memória e o enfrentamento de desafios pessoais. A experiência de leitura costuma envolver personagens em situações de transformação, muitas vezes marcadas por conflitos emocionais profundos ou pela busca de autoconhecimento. O tom varia do sensível e reflexivo ao leve e bem-humorado, especialmente em obras voltadas para o público infantil. O catálogo indica uma atenção especial a temas como psicanálise, espiritualidade e trajetórias de vida, com histórias que podem ser tanto mais narrativas quanto informativas, dependendo do foco do livro. Essa diversidade convida o leitor a navegar entre relatos pessoais, ensaios e ficções que dialogam com questões contemporâneas e existenciais.
