
Título: Morte: Estágio final da evolução
Autor: Elisabeth Kübler-Ross
Sinopse: Nossa sociedade sempre procurou negar a morte. Nós a escondemos por trás das paredes estéreis dos hospitais e da máscara cosmética das capelas funerárias. Mas a morte é inevitável, e devemos encarar a fato de que temos que lidar com ela. Por que a tratamos como um tabu? Quais são as origens dos nossos temores? Como expressamos nosso pesar e aceitamos a morte de uma pessoa querida? Como podemos nos preparar para nossa própria morte? Partindo de suas visões e experiências pessoais e das comparações sobre como nossa cultura vê a morte, Elisabeth Kubler-Ross fornece algumas respostas a a respeito da morte através dos pontos de vista de padres e rabinos, médicos,enfermeiros,sociólogos e pessoas que viveram a experiência de quase-morte. A autora mostra como, por meio da aceitação de nossa finitude, podemos crescer, já que a morte fornece a chave para o significado da existência humana. A morte oferece a cada um de nós a chance de descobrir o verdadeiro sentido da vida pela sua aceitação como uma parte do desenvolvimento humano.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Morte: Estágio final da evolução”, de Elisabeth Kübler-Ross, publicado pela editora Nova Era, em 1996 e com 220 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Era
Páginas: 220
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8501012572
ISBN13: 9788501012579
Sobre a editora
Os livros da editora NOVA ERA convidam o leitor a uma jornada interior que combina espiritualidade, autoconhecimento e práticas esotéricas. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e didático, com textos que exploram desde a astrologia e a meditação até tradições místicas como a Cabala e o Budismo Tibetano. O catálogo sugere uma preferência por obras que mesclam orientação prática e filosofia espiritual, muitas vezes com uma linguagem acessível, porém profunda. Em algumas obras, a narrativa é mais contemplativa e meditativa, enquanto outras adotam um formato mais instrutivo e técnico, voltado para o desenvolvimento pessoal e a harmonização do corpo e da mente.
