
Título: Morte No Telejornalismo
Autor: Negrini Michele
Sinopse: A morte no telejornalismo é uma leitura indispensável tanto para pesquisadores, da área de comunicação, quanto para jornalistas, que se deparam cotidianamente com o desafio de enfrentar o tema da morte em seu trabalho. O livro abre dialogando com os Estudos Culturais para pensar a morte, a importância do gênero televisivo como categoria cultural e a estrutura de sentimento como acesso às percepções sobre as distintas temporalidades e processualidades que situam os sentidos sobre a morte. Logo, os olhares e os tensionamentos sobre a finitude humana e sua notícia nos telejornais, especialmente no Jornal Nacional, como produto da cultura e seus desdobramentos. E, apesar das sucessivas transformações e inovações nas formas de transmitir aos telespectadores as notícias e reportagens, muitos elementos constituintes conservam-se ao longo do tempo.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Morte No Telejornalismo”, de Negrini Michele, publicado pela editora Insular, em 2020 e com 156 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Insular
Páginas: 156
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6599024653
ISBN13: 9786599024658
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,205
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Insular convidam o leitor a uma imersão que varia do rigor acadêmico à narrativa ficcional, com um foco recorrente em temas sociais, educacionais e culturais. A experiência de leitura pode ser densa e reflexiva, marcada por abordagens que vão desde análises detalhadas do cotidiano universitário até relatos que exploram emoções humanas profundas e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a realidade brasileira, seja por meio da sociologia, da educação, do jornalismo ou da literatura regional, muitas vezes com um tom crítico e investigativo. Há uma alternância entre textos mais informativos, como estudos sobre políticas públicas e direitos humanos, e narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, com ritmo que ora é contemplativo, ora intenso e envolvente.
