
Título: Mortes Imaginárias
Autor: MICHEL SCHNEIDER
Sinopse: 'Mortes imaginárias' é uma reunião de ensaios que pode ser lida não como uma galeria de biografias, mas como 'uma espécie-fantasma', um novo gênero literário. Se na biografia trata-se da vida, aqui o tema será a morte. De tantas palavras ditas pelos escritores, Michel Schneider, estudioso de psicanálise e literatura, elege aquelas que na iminência da morte surgiram como últimos registros da vida de trinta e seis escritores de importância universal. Não pretende, contudo, emplacar a tese de que as últimas palavras revelam mais do que as proferidas em vida, antes, considera que a morte, sendo uma perda absoluta - e portanto comum a todos -, pode revelar aquilo que de mais universal havia na vida e na obra de seus retratados.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Mortes Imaginárias”, de MICHEL SCHNEIDER, publicado pela editora A GIRAFA, em 2005 e com 324 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: A GIRAFA
Páginas: 324
Ano: 2005
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8589876845
ISBN13: 9788589876841
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora A Girafa costumam explorar temas que transitam entre o literário e o ensaístico, com uma predileção por narrativas que combinam poesia, história e reflexões sociais. A experiência de leitura frequentemente envolve um tom introspectivo e por vezes político, com obras que abordam desde a intensidade emocional do futebol até investigações históricas e científicas. O catálogo apresenta textos que podem ser tanto densos e analíticos quanto líricos e subjetivos, convidando o leitor a um percurso que vai do íntimo ao coletivo. Há uma atenção clara à linguagem cuidadosa e ao ritmo que mescla o poético com o informativo, em obras que dialogam com temas como ciência, política, cultura e identidade.
