
Título: Moxuara: a concepção de um deus
Autor: Elizeu Moreschi
Sinopse: Dentre os vários elementos deste livro, há veracidade em pelo menos três fatos: O primeiro é que o mais antigo crânio humano fossilizado, descoberto em território brasileiro, foi o de Luzia. Esse foi o nome que os cientistas, carinhosamente, o deram. Calcula-se que ele tenha aproximadamente onze milhões de anos de idade; O segundo é que entre Marte e Júpiter existe o “Cinturão de Asteroides”. Especula-se ser ele formado por destroços de um planeta que explodiu ou que não conseguiu se formar como os demais; A terceira e maior de todas as verdades é que a ganância do ser humano é capaz de destruir mundos, assim como o amor é capaz de salvá-los. Há dezenas de milhões de anos os asterianos se refugiaram em nosso planeta. Construíram aqui uma cidade tecnológica e socialmente desenvolvida, mas o preconceito, a intolerância e o egoísmo quase os extinguiram. Todo aquele império foi posto no esquecimento e tudo se reiniciou com a simplificação. Acredite! Você veio do planeta Aster. Adquira um exemplar em: http://www.protexto.com.br/livro.php?cod_livro=396
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Moxuara: a concepção de um deus”, de Elizeu Moreschi, publicado pela editora Protexto, em 2011 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Protexto
Páginas: 256
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8578282485
ISBN13: 9788578282486
Sobre a editora
Os livros da editora Protexto convidam o leitor a explorar narrativas que transitam entre o cotidiano sensível de pequenas localidades rurais e reflexões profundas sobre a existência humana. O catálogo revela uma predileção por textos que mesclam realidade e imaginação, com histórias que abordam desafios pessoais, conflitos sociais e trajetórias marcadas por segredos e superações. A poesia tem presença marcante, com obras que exploram a técnica e a sensibilidade em versos que evocam emoções e questionamentos. Além disso, há espaço para narrativas que exploram o passado histórico e cultural, sempre com um tom que privilegia a introspecção e a construção cuidadosa do ritmo e da linguagem.
