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Mujeres Líbres: Documentos da Revolução Espanhola

Título: Mujeres Líbres: Documentos da Revolução Espanhola

Autor: Margareth Rago

Sinopse:

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Mujeres Líbres: Documentos da Revolução Espanhola”, de Margareth Rago, publicado pela editora Achiamé, em 2007 e com 158 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Achiamé

Páginas: 158

Ano: 2007

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Margareth Rago convida a um mergulho atento em temas sociais e políticos que atravessam a vida cotidiana, especialmente a condição das mulheres e as tensões do poder. A prosa se mostra densa e argumentativa, com ritmo que alterna entre análises rigorosas e relatos históricos, criando uma experiência que exige reflexão crítica. A autora explora a interseção entre teoria e história, destacando a presença feminina em movimentos sociais e culturais, e problematizando conceitos como neoliberalismo e anarquismo sob uma perspectiva que valoriza a resistência e a subjetividade. O tom é ao mesmo tempo contundente e cuidadoso, sem perder a clareza, e o leitor é levado a questionar estruturas políticas e culturais vigentes. Há uma construção de personagens coletivos, como a classe operária e as mulheres em suas lutas, que ganha corpo por meio de pesquisas e depoimentos, tornando o material informativo e engajado.

    Ver mais sobre o autor

    Sobre a editora

    Os livros da editora Achiamé oferecem uma experiência de leitura que combina reflexão política, poesia engajada e narrativas que exploram mundos imaginários e históricos. A coleção traz obras que dialogam com temas como a luta social, a educação libertária e a resistência cultural, apresentando textos que transitam entre o ensaio crítico e a poesia de forte compromisso ideológico. O tom varia entre o didático e o poético, com ritmo que ora convida à contemplação, ora provoca a inquietação diante de conflitos sociais e históricos. Essa diversidade sugere um catálogo que privilegia o pensamento crítico e a voz de grupos marginalizados, com uma linguagem que pode ser densa, mas acessível.

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