
Título: Mulher, Direito e Música
Autor: Bruna Isabelle Simioni Silva
Sinopse: “Quando o indivíduo se permite vivenciar e explorar a catarse que determinada música, letra, composição etc, causa nele, tem-se uma forma de comunicação direta com o inconsciente, permitindo assim que esse reconheça partes suas que estão ocultas de sua própria consciência” (LARISSA ZUCCO) “A relação entre direito e música é profícua qualquer seja o recorte metodológico empregado ou o enfoque que se estabeleça na abordagem. A proposta de uma análise jurídica a partir da letra de uma canção é algo que chama a atenção, principalmente no meio jurídico em que costumeiramente se lida com aspectos dogmáticos nesse campo do saber notoriamente técnico em sua constituição. Estranhamento para alguns, encantamento para outros, seja como for, fato é que há muito de proveitoso ao se estabelecer a aproximação entre essas duas áreas distintas.” (PAULO SILAS FILHO)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Mulher, Direito e Música”, de Bruna Isabelle Simioni Silva, publicado pela editora Thoth, em 2024 e com 206 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Thoth
Páginas: 206
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6559597814
ISBN13: 9786559597819
Sobre a editora
Os livros da editora Thoth apresentam uma combinação incomum entre reflexões poéticas e análises técnicas, com forte presença de temas ligados ao direito, tecnologia e espiritualidade. A leitura pode variar do ritmo meditativo e introspectivo da poesia, que se organiza em ciclos temporais e luzes, até exposições detalhadas sobre o funcionamento do sistema judiciário digital e a legislação brasileira. O catálogo também traz textos que exploram o ocultismo e as conexões históricas entre mitologias, além de obras com tom didático e empírico, que discutem a modernização da justiça e o impacto da tecnologia no cotidiano jurídico. Essa diversidade sugere um público interessado tanto em leituras contemplativas quanto em estudos práticos e analíticos, com uma linguagem que pode ser ao mesmo tempo acessível e técnica.
