
Título: Mulher Maravilha: O Espírito da Verdade
Autor: Paul Dini
Sinopse: Publicada lá fora pouco após os atentados de 11 de setembro, a incerteza que tomou os EUA parece permear toda a história, sem desviá-la da idéia original: recuperar a essência da personagem. Para quem só conhece a moça de lembranças distantes da infância: a Mulher Maravilha foi enviada de sua terra natal, Themyscira (a paradisíaca ilha onde vivem as amazonas da mitologia grega), ao mundo dos homens para ser embaixadora da paz e ensinar aos humanos comuns a verdade que eles não conseguem enxergar. Mas a paz imbuída nessa verdade não pode ser conquistada sem conflitos e sem respeitar as diferenças culturais e sociais do mundo real, e isso é algo que a heroína aprende a duras penas nessa história. Então, O Espírito da Verdade é uma história sobre uma ignorante superpoderosa que percebe o óbvio depois de fracassar repetidamente? Não exatamente. A Mulher Maravilha transita da China ao Iraque, passando até pelo Brasil (nenhuma nação é nominalmente citada, mas até uma criança percebe as referências óbvias), vendo que não é uma mulher com atributos super-humanos (em todos os sentidos) vestida em trajes sumários ditando uma verdade imposta que vai convencer a humanidade a aprender lições de paz e fraternidade que séculos de suposta civilização não ensinaram. Assim, ela aprende que o terrorismo e a opressão política não são eliminados com feitos fantásticos ou diálogos bem-intencionados – talvez estejam até mesmo além de qualquer solução.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Mulher Maravilha: O Espírito da Verdade”, de Paul Dini, publicado pela editora Abril, em 2002 e com 68 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Abril
Páginas: 68
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Abril apresentam um universo editorial marcado por narrativas que transitam entre o entretenimento popular e o jornalismo informativo. É comum encontrar histórias que exploram dramas pessoais intensos, como conflitos amorosos e dilemas familiares, ambientados em cenários variados que vão desde cortes aristocráticas até praias românticas. Ao mesmo tempo, o catálogo traz reportagens e pesquisas que discutem temas atuais, como o impacto da tecnologia no cotidiano e investigações sobre crimes reais, oferecendo um tom mais analítico e reflexivo. Essa combinação cria um contraste interessante entre obras mais narrativas e outras com perfil didático, voltadas para leitores que buscam tanto emoção quanto conhecimento.
