
Título: Mulher, solteira e feliz
Autor: Gunda Windmüller
Sinopse: Mulher, trinta e poucos anos e solteira: para muitas pessoas isso soa como um diagnóstico trágico. No entanto, a maioria das mulheres solteiras está contente com suas vidas. Então, por que ninguém acredita nelas? Elas geralmente enfrentam perguntas como: "Como está sua vida amorosa?" "Você já tentou namoro online?” Bem intencionadas, às vezes, mas o subtexto é: "O que há de errado com você?" A resposta é: NADA! A questão muito mais importante é: por que a monogamia a longo prazo ainda é vista como a melhor opção de vida, apesar da história preocupante contada pelas estatísticas do divórcio? Neste livro, Gunda Windmüller argumenta que como mulher, a pessoa se torna invisível quando mais velha. Como uma mulher solteira ainda mais… Por isso precisamos de histórias diferentes – visibilidade e orgulho!
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Mulher, solteira e feliz”, de Gunda Windmüller, publicado pela editora Primavera, em 2020 e com 272 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Primavera
Páginas: 272
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586119006
ISBN13: 9786586119008
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora Primavera trazem leituras que transitam entre o relato pessoal e o engajamento social, com uma forte presença de vozes femininas e temas ligados à identidade, direitos e desafios contemporâneos. O catálogo apresenta obras que misturam narrativas de memórias e experiências reais, como histórias de superação e reflexões sobre gênero, com textos práticos que abordam o cotidiano profissional e emocional. O tom varia entre o direto e didático, em livros que orientam sobre networking ético, e o sensível, em relatos que desconstroem preconceitos e celebram a diversidade humana. Essa diversidade se manifesta também no ritmo: há desde relatos leves e bem-humorados até suspenses densos que exploram conflitos familiares e sociais. A Primavera parece privilegiar uma escrita que convida à empatia e à reflexão, com atenção especial às questões de gênero, inclusão e identidade.
