
Título: Mulheres em ponto cruz
Autor: Irlys Barreira
Sinopse: NA TRAMA TECIDA, AS MULHERES DÃO O PONTO FINAL. Entre os passos, compassos e titubeios da vida, Irlys Barreira tece a delicada trama de um tempo suspenso; nos encontramos com as mulheres de ontem e as mulheres do amanhã; verossímeis, contraditórias. Nesses 25 contos, conhecemos os cantos do que é ser santa e pecadora, do que é ser presa e predatória. Mulheres que, por vezes submissas, também reservam para si um momento furtado, onde brilha uma astúcia rebelde que não mascara a simplicidade de um dia qualquer. Para a autora, a literatura é a liberdade de não ser exata. Temos aqui a nossa linha de costura; encaramos a fantasia e o real num mesmo espelho onde somos caricaturas de nós mesmas, vozes que sussurram, guardam o segredo daquela tia, daquela vizinha, daquela prima meio louca, como cúmplices de um mesmo crime; o crime feminino de querer a liberdade.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Mulheres em ponto cruz”, de Irlys Barreira, publicado pela editora Primavera, em 2024 e com 150 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Primavera
Páginas: 150
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8555781531
ISBN13: 9788555781537
Sobre a editora
Os livros da editora Primavera trazem leituras que transitam entre o relato pessoal e o engajamento social, com uma forte presença de vozes femininas e temas ligados à identidade, direitos e desafios contemporâneos. O catálogo apresenta obras que misturam narrativas de memórias e experiências reais, como histórias de superação e reflexões sobre gênero, com textos práticos que abordam o cotidiano profissional e emocional. O tom varia entre o direto e didático, em livros que orientam sobre networking ético, e o sensível, em relatos que desconstroem preconceitos e celebram a diversidade humana. Essa diversidade se manifesta também no ritmo: há desde relatos leves e bem-humorados até suspenses densos que exploram conflitos familiares e sociais. A Primavera parece privilegiar uma escrita que convida à empatia e à reflexão, com atenção especial às questões de gênero, inclusão e identidade.
