
Título: Mulheres no Movimento da Reforma
Autor: Claudete Beise Ulrich,Heloisa Gralow Dalferth
Sinopse: Este livro recupera uma pequena parte da memoria e da participação das mulheres no movimento da Reforma. Ao invés de, nesta introdução, fazer uma breve apresentação de cada uma das mulheres, julgo mais importante fazer uma síntese da situação das mulheres nos tempos da Reforma e oferecer a visão de Martim Lutero, que não foi estática, mas mudou em vários aspectos no decorrer de sua vida, principalmente depois de seu casamento com Katharina von Bora. O século 16 foi uma época de grandes mudanças. Foi, na verdade, uma das épocas que mais deixou marcas na história da humanidade. Um dos grandes responsáveis foi Martim Lutero com a publicação de suas 95 teses na porta da igreja do castelo de Wittenberg, no dia 31 de outubro de 1517. Como veremos neste livro, muitas mulheres tiveram uma participação ativa especial, tanto nos bastidores como publicamente, na defesa dos princípios teológicos da Reforma. O próprio Lutero aborda o papel das mulheres em seus escritos e cartas bem como em suas conversas à mesa.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Mulheres no Movimento da Reforma”, de Claudete Beise Ulrich,Heloisa Gralow Dalferth, publicado pela editora Sinodal, em 2017 e com 208 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sinodal
Páginas: 208
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8581940994
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora SINODAL oferecem uma experiência de leitura que combina rigor teológico e reflexão histórica, com obras que exploram desde a teologia sistemática até a missão cristã na América Latina. O catálogo traz textos que discutem desafios éticos e sociais à luz da fé, abordando temas como espiritualidade, educação religiosa e o papel da igreja em contextos contemporâneos. A linguagem varia entre o didático e o analítico, com algumas obras voltadas para públicos acadêmicos e outras para grupos de estudo e comunidades religiosas. O tom, em geral, é reflexivo e fundamentado, convidando a um diálogo entre tradição e atualidade.
