
Título: Mulheres Que Viram Mães
Autor: Ligia Moreiras Sena
Sinopse: Mulheres podem ser muitas coisas. Algumas se tornam mães. Dessas, muitas desejaram a maternidade desde sempre, outras, não. Para estas últimas, a maternidade não era um objetivo de vida e, mesmo assim, de maneira inesperada, surpreendente, até meio apavorante, aconteceu. Esse livro é fruto da descoberta da maternidade por uma moça que não a tinha entre seus planos de vida, que nada sabia sobre crianças, gestação, parto, educação, empoderamento, feminismo e autonomia. E que decidiu mergulhar nesse mundo cheio de angústias, medos, inseguranças, dificuldades e cobranças, mas também de beleza, amor, música, sorrisos, abraços, dentinhos, passinhos, peitos cheios de leite, lutas, ações mobilizadoras e criança correndo por perto. Aqui, estão reunidas suas reflexões acerca de gestar, parir, nascer, amamentar e alimentar, criar e amar, e educar com afeto. A autora faz um convite a um olhar amoroso, questionador e disruptivo sobre a maternidade, para que ela seja uma ferramenta de promoção da autonomia das mulheres, incluindo nesse processo as sementes que, germinadas, as ajudaram em sua transformação: suas filhas e seus filhos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Mulheres Que Viram Mães”, de Ligia Moreiras Sena, publicado pela editora Papirus 7 Mares, em 2016 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Papirus 7 Mares
Páginas: 320
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8561773901
ISBN13: 9788561773908
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,465
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Papirus 7 Mares convidam o leitor a navegar entre temas que vão do íntimo ao social, sempre com um olhar que combina reflexão e sensibilidade. O catálogo apresenta obras que dialogam com questões éticas, políticas e filosóficas, mas também valorizam a poesia e a expressão afetiva, abrangendo públicos que vão do infantojuvenil ao adulto. A leitura costuma alternar entre o tom didático e o narrativo, com textos que provocam o pensamento sem perder a leveza, como em debates sobre democracia ou em reflexões sobre o amor e a juventude. Essa diversidade sugere uma editora que privilegia o encontro entre o conhecimento e a emoção, com obras que estimulam tanto a análise crítica quanto o encantamento pela palavra.
