
Título: Mundo Como Vontade E Como Representacao, O
Autor: Arthur Schopenhauer
Sinopse: A mais completa edição em língua portuguesa do grande clássico da filosofia alemã, "O Mundo Como Vontade e como Representação", traduzido por Jair Barboza. É imprescindível para o vislumbre do horizonte em que se movem as chamadas filosofia do impulso com sua reflexão sobre o irracional e o inconsciente, bem como uma crítica a esse irracional que também passa por uma crítica da razão. A obra se subdivide em quatro livros. Dois elegem o tema da Representação e dois, o tema da Vontade e cada livro assume um ponto de vista diferente da consideração.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Mundo Como Vontade E Como Representacao, O”, de Arthur Schopenhauer, publicado pela editora Editora Unesp, em 2005 e com 680 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Editora Unesp
Páginas: 680
Ano: 2005
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571395861
ISBN13: 9788571395862
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,188
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 4,30
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Editora Unesp revela um compromisso constante com temas que transitam entre a filosofia, a história, as ciências humanas e sociais, além de reflexões sobre educação e cultura. O tom das obras é predominantemente denso e reflexivo, com textos que frequentemente adotam um ritmo pausado e argumentativo, convidando o leitor a um mergulho crítico em questões complexas, como a ética, a política, a formação da sociedade e os desafios contemporâneos das instituições. Há uma clara preferência por abordagens que combinam rigor acadêmico com acessibilidade, evitando jargões excessivamente técnicos, o que facilita o diálogo entre especialistas e leitores interessados em aprofundar seus conhecimentos. O catálogo apresenta um equilíbrio entre obras mais teóricas e outras que dialogam diretamente com contextos históricos e sociais, ampliando o alcance do debate para além do ambiente estritamente acadêmico.
