
Título: MUNTARA, A GUERREIRA
Autor: Penélope Martins
Sinopse: Algumas desventuras começam pelo princípio, outras desconhecem calendários e relógios, lidam com o tempo desafiando suas intempéries, lutam por sobrevivência e driblam o que restou depois da miséria das máquinas devoradoras que, desde inventadas, serviram para extrair toda sorte de fruto das entranhas da Terra somente para saciar a ganância de bem poucos. Era uma vez o tempo do agora, um emaranhado de enigmas na escura percepção da ignorância e do medo. Sem pistas, sem mapas, sem estantes enfileirando lombadas com coleções de saberes acumulados, sem páginas e sem palavras.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “MUNTARA, A GUERREIRA”, de Penélope Martins, publicado pela editora Editora Lê, em 2024 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Editora Lê
Páginas: 112
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586023718
ISBN13: 9786586023718
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,250
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 19,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Lê trazem uma variedade de narrativas que transitam entre o didático e o imaginativo, com forte presença da cultura brasileira e da ancestralidade. As histórias frequentemente exploram temas como tradições indígenas, mitos africanos e memórias afetivas, criando um clima que mistura reflexão e fantasia. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos que convidam à reflexão sobre a vida e a sociedade e outros que apostam em contos e fábulas com ritmo envolvente e linguagem acessível. Há obras que valorizam a oralidade e o folclore, enquanto outras se aproximam do universo infantil e juvenil, com personagens em processos de autoconhecimento e superação. A diversidade do material permite que o leitor encontre tanto narrativas mais poéticas e simbólicas quanto textos com tom mais direto e cotidiano.
