
Título: Murder as a Fine Art: 1
Autor: David Morrell
Sinopse: ALA Reading List Award for Best Mystery GASLIT LONDON IS BROUGHT TO ITS KNEES IN DAVID MORRELL'S BRILLIANT HISTORICAL THRILLER. Thomas De Quincey, infamous for his memoir Confessions of an English Opium-Eater, is the major suspect in a series of ferocious mass murders identical to ones that terrorized London forty-three years earlier. The blueprint for the killings seems to be De Quincey's essay "On Murder Considered as One of the Fine Arts." Desperate to clear his name but crippled by opium addiction, De Quincey is aided by his devoted daughter Emily and a pair of determined Scotland Yard detectives. In Murder as a Fine Art, David Morrell plucks De Quincey, Victorian London, and the Ratcliffe Highway murders from history. Fogbound streets become a battleground between a literary star and a brilliant murderer, whose lives are linked by secrets long buried but never forgotten.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Murder as a Fine Art: 1”, de David Morrell, publicado pela editora Mulholland Books, em 2013 e com 368 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mulholland Books
Páginas: 368
Ano: 2013
Edição: First Edition
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780316216791
ISBN13: 9780316216791
Sobre a editora
Os livros da editora Mulholland Books costumam mergulhar o leitor em histórias de suspense e mistério que exploram tanto o sobrenatural quanto o realista, muitas vezes com protagonistas envolvidos em investigações complexas. A narrativa privilegia um ritmo tenso, com reviravoltas e personagens multifacetados enfrentando dilemas morais e situações extremas. O catálogo sugere um interesse por tramas que transitam entre o thriller psicológico, o noir contemporâneo e o suspense policial, com ambientações que vão de cidades marcadas pela violência até cenários históricos ou tecnológicos. Há obras que combinam ação intensa com elementos de investigação detalhada, além de outras que exploram a dimensão humana por trás do crime e da justiça.
